Água mineral – você faz a melhor escolha?

Leia o rótulo!

 

Desde que a situação de abastecimento de água no Sudeste, São Paulo como minha referência, virou questão de saúde e sobrevivência, o consumo de água mineral engarrafada chegou às alturas.

Nos supermercados sempre há alguma marca em falta nas gondolas e sempre há consumidores que se abastecem no automático.

Há alguns anos, numa lista de discussão de um grupo uma das participantes me disse que eu era a primeira pessoa que ela conhecia que não acreditava nos efeitos desintoxicantes e diuréticos daquela água da garrafa rosa.

Eu simplesmente leio os rótulos e essa água é uma das que contém  quantidade de sódio superior às mais tradicionais!

Claro que a publicidade nos influencia nas escolhas mas é importante a informação, o teste, saber relacionar os efeitos e a composição do produto.

Assim, considerando que o sódio é o vilão responsável pela retenção de líquido e inchaço,  escolho a água que contenha menos sódio.

 

água

 

 

a Bonafont  tem 1,2 mg/l de sódio enquanto  a  Minalba só 0,9 mg/l de sódio.
a Crystal tem  30,4 mg/l, e a Lindóya 10,7 mg/).

 

 

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Top 5 – Seleção de filmes para assistir no Natal

Minha Top lista de filmes para assistir (pela primeira ou 10ª vez) na semana de Natal.

movies-free-wallpapers004-Christmas-carol
A Christmas Carol ( Disney’s  Christmas Carol) 2009 – Os Fantasmas de Scrooge  – adaptação do conto de Charles Dickens

ThePolarExpress03F1024

The Polar Express (2004)  – O expresso polar

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 National Lampoon’s Christmas Vacation (1989) Férias Frustradas de Natal

a felicidade

It’s a Wonderful Life (1946) – A felicidade não se compra

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 Home Alone (1990) – Esqueceram de Mim

Abusos no transporte público em SP: a culpa é da vítima?

Depois  da aprovação de um projeto de lei em SP  propondo como  solução para o problema do assédio e dos abusos sexuais  frequentes contra as  mulheres nos  meios de transporte o  tal vagão rosa, brevemente teremos ônibus rosa, restaurante rosa, hospital rosa, escola rosa …..

Que hipocrisia a sociedade acreditar que segregando  estará  protegendo a mulher  ao invés de investir em educação e punição para quem abusa.

 

OR

Veja aqui notícia sobre o protesto em 18/7/2014

Vivendo em São Paulo – Saudade, não saudosismo

 

Não sou saudosista. Não suspiro pelos bons tempos, até porque cada etapa da vida nos traz novas e boas vivências, que se transformarão em lembranças. Eu sinto ternura pelos momentos da infância, sinto saudades dos meus familiares que já se foram, mas se não tivesse o passado recente não teria a satisfação de estar ao lado da geração mais nova, o meu círculo familiar, meus amigos. Talvez por ter nascido na segunda metade do século passado, não me refiro ao que já vivi como “antigamente”.

Vejo muitas imagens aqui de prédios e construções belissimas e a indignação de muitos com a derrubada e a não preservação deles(*). Concordo, esse é o caminho para ser uma cidade sem memória, preocupada apenas em crescimento econômico, em abrir espaço para o automóvel, em concretar o verde.

Infelizmente, nossos governantes do passado pensaram 50 anos em 5, e passaram por cima de tudo. A cidade era limpa e ordeira com 4 milhões de habitantes nos anos 50, mas com 13 milhões atualmente, há que se providenciar moradia e mobilidade. Problemas sociais são muitos, mas também a consciência de que é possível fazer mais, sem destruir memórias e referências.

Minha pior imagem de São Paulo é a aberração Viaduto Costa e Silva. (Foto Daniel Souza).

Não sou saudosista. Não suspiro pelos bons tempos, até porque cada etapa da vida nos traz novas e boas vivências, que se transformarão em lembranças. Eu sinto ternura pelos momentos da infância, sinto saudades dos meus familiares que já se foram, mas se não tivesse o passado recente não teria a satisfação de estar ao lado da geração mais nova, o meu círculo familiar, meus amigos. Talvez por ter nascido na segunda metade do século passado, não me refiro ao que já vivi como "antigamente". Vejo muitas imagens aqui de prédios e construções belissimas e a indignação de muitos com a derrubada e a não preservação deles. Concordo, esse é o caminho para ser uma cidade sem memória, preocupada apenas em crescimento econômico, em abrir espaço para o automóvel, em concretar o verde. Infelizmente, nossos governantes do passado pensaram 50 anos em 5, e passaram por cima de tudo. A cidade era limpa e ordeira com 4 milhões de habitantes nos anos 50, mas com 13 milhoes atualmente, há que se providenciar moradia e mobildade. Problemas sociais são muitos, mas também a consciência de que é possível fazer mais, sem destruir memórias e referências. Minha pior imagem de São Paulo é a aberração Viaduto Costa e Silva. (Foto Daniel Souza).
* Comentário postado por mim no grupo Facebook Memórias Paulistanas https://www.facebook.com/groups/memoriaspaulistanas/

Editorial de moda machista e retrógrado : não é culpa da vítima

Em dezembro de 2013, a editora de moda da Revista Ana Maria  respondeu ao meu comentário indignado
com uma postura retrógrada e absurda para uma jovem. E a informação que disse ter obtido da Polícia não procede: é o local, a vulnerabilidade e não a aparência  da vítima que facilita o crime.
Conversa iniciada – Sexta 13/12/2013 18:11

Ana Maria Afonso

O que significa o alerta da Luciana Bugni na página Moda dessa edição? Retrógrada e machista. Justificaria ser atacada porque usou uma calça branca?
  • Sábado 14/12/2013 13:20
  • Revista AnaMaria

    Vamos enviar à redação seu comentário, Ana Maria!
  • Revista AnaMaria

    Olá Ana Maria! Alertamos as mulheres de que a calça branca, apesar de estar na moda, é uma peça de roupa que chama a atenção dos homens. É lógico que a vestimenta não é justificativa para agressões sexuais, mas infelizmente os policiais que já entrevistamos para matérias sobre violência sexual avisam que grande parte das mulheres vítimas de estupros nas ruas estava usando calça branca. Por isso, decidimos informar: é bonito, está na moda, mas não custa ter cuidado e evitar usar a peça quando souber que vai andar sozinha à noite em ruas vazias ou locais perigosos. Obrigada pela sua opinião! Luciana Bugni, editora
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