Fazendo compras no comércio popular – dicas de iniciante descrente

 

Apesar da tradição da região central de São Paulo (Brás,Bom Retiro,Pari)  ser ótimo local para compras de itens para casa, mesmo estando na atividade de organizadora profissional há anos, eu não estive por lá mais de três vezes.

Dando uma nova chance para a indicação programei uma ida de compras de enxoval no Brás esta semana, considerando:

1. Ter em mente que comércio popular significa produto popular ou seja,  segunda linha e muita coisa de terceira linha, ou seja: preço e qualidade podem estar distantes por lá.
2. Definir qual o tipo de peças buscar : similares ou originais e qual a  faixa de preço que torna compensatória a compra. Isso exige que se faça uma pesquisa dos preços praticados nas lojas especializadas e na Internet.
3. Levar uma lista de itens, como fiz: lençóis casal, lençóis solteiro, jogos de banho, toalhas avulsas para lavatório.
4. Programar o roteiro, pesquisar onde estão as lojas de interesse, determinar quanto tempo vai gastar, principalmente pondo limite. Levar um mapa.
5. Conhecer o sistema de comércio: varejo e atacado (que significa desconto para compras acima de 6 peças da mesma mercadoria).

Minha meta foi  comprar peças para uso doméstico e não revenda. Nada que obrigasse a arrastar sacolas.

Não fui esperando encontrar  lençóis de 400 fios ou de algodão egípcio, mas definitivamente os sintéticos, os genéricos, são a  maioria facilmente encontrada mas nem por isso são baratíssimos.

Anotei as marcas de qualidade que estou acostumada a comprar como referência e encontrei produtos  de pelo menos três grandes industrias têxteis brasileiras em algumas lojas.

Os preços dos  itens de qualidade eventualmente podem  ser até  10% mais baixos que os das lojas não populares nos shoppings e bairros,  mas são poucas as lojas com essas opções e não encontrei nenhuma que praticasse descontos significativos.

Grandes magazines também têm lojas na região mas praticam os mesmo preços na rede, ainda que possam ter maior variedade de estoque.

zêlo

O que não me atrai nas compras da região :  trânsito ruim, estacionamento caro, muita gente nas ruas e lojas, vendedoras  que querem te apressar o tempo todo, falta de informação sobre os produtos,  sujeira nas calçadas, insegurança.

Meu balanço: a economia foi pouca pelo tempo gasto, com as  despesas de locomoção, além do cansaço. E eu não levo jeito.

Originalmente postado Postado dia 7 de setembro de 2013

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